Felicidade


Felicidade é consciência crítica,
é expressão interior.
-Espírito Leocádio José Correia

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Antropologia Espirita II

Falec convida para aula aberta do curso de Antropologia Espírita II

A primeira aula de 2019 do curso de Antropologia Espírita II será aberta ao público. O curso é ministrado pelo Professor Maury Rodrigues da Cruz e terá início no dia 12 de março. Todos estão convidados

Essa já é a terceira edição do curso. E os conteúdos são sempre atualizados e contextualizados. "Nesse ano, as aulas de Antropologia Espírita serão voltadas para uma linha cibernética, pensando em um Código Básico do Universo e um do indivíduo, envolvendo ciência, filosofia e religião", revelou Maury.

O curso visa ampliar a visão crítica sobre temas que abrangem a inteligência do homem encarnado, sua evolução no tempo e no espaço e no processo crítico da compreensão do homem na sociedade.

Inscrições abertas para o curso de Antropologia Espírita II
🗓Início: 12/03/2019 (terça-feira)
⏰ Horário: das 19h às 20h40
⏰ Duração: um semestre
✉ Onde: Falec - Rua José Antônio Leprevost, 331, Santa Cândida – Curitiba (PR)
☎ Contato: 3256-5717

Sobre o curso
Professor: Maury Rodrigues da Cruz.
Investimento mensal: R$ 120,00.
*** Até o dia 7 de cada mês, desconto de 10%, ficando R$ 108,00.
⏳Duração: um semestre.
💡O conteúdo será focado em temas que abrangem a inteligência do homem encarnado, sua evolução no tempo e no espaço e no processo crítico da compreensão do homem na sociedade.

 

“Devemos trabalhar um sentido expansionista de pensamento, de mente, de atitude, de ações construtivas. A mediunidade é sempre um processo trans, porque representa, no conjunto de toda a humanidade, uma permanente linha de comunicabilidade com aqueles que viveram os chamados efeitos da Terra, mas que deixaram a Terra, e estão no trânsito evolutivo, como todos os seres”.

Esse é um pequeno trecho do novo livro do presidente da Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas (SBEE), Maury Rodrigues da Cruz, “O Médium como Sujeito Transdimensional”. Lançado no dia 27 de fevereiro no auditório da sede da SBEE, com público de aproximadamente 250 pessoas, a obra pontua que para o médium conseguir transitar do visível para o invisível, ele precisa expandir a consciência, num processo de conceber todo o material existente na Terra. Assim, na medida em que esse processo cresce, torna-se possível criar uma plataforma mediúnica e materializar, cada vez mais, o invisível. E não se trata apenas de alcançar a comunicação com os espíritos, mas também ter condições de medir partículas subatômicas invisíveis, tornando, assim, Espiritismo, física clássica e física quântica cada vez mais intrínsecos uns aos outros. 

Assim, os médiuns se sentirão cada vez mais capacitados, entendendo sua responsabilidade de capacitores em uma nova era. “Vivemos em um momento em que as sínteses religiosas relacionadas a ciência, filosofia e religião são feitas de maneira muito rápida, com conceitos simplistas e que não estão atrelados à Doutrina Espírita. Por isso, essas obras precisam trazer, de alguma forma um melhor entendimento de tudo isso. É um trabalho cada vez mais árduo que temos que fazer sempre”, comentou o professor, lembrando sempre da necessidade de desmistificação da Doutrina Espírita. 

O professor Maury antecipou ainda o tema do seu próximo livro: a fé. Na obra, ele propõe uma nova perspectiva sobre a forma como as pessoas se relacionam com a fé, mostrando que todos caminham no sentido evolutivo de ser a fé. “Eu sou a fé. Já dizia isso para a minha mãe. Eu pegava a mão da minha mãe e falava que eu sou a fé”. O professor faz essa afirmação com convicção e carinho, lembrando de sua mãe que já desencarnou. Ele explicou que há as pessoas que são a fé, as que têm fé, e as sem fé. As primeiras não precisam de nada, são muito fortes, pois encontram as respostas em si mesmas. Já, as que têm fé buscam provas. E as que não têm fé vivem distantes de si mesmas.

Lançamento do livro 

O MÉDIUM COMO SUJEITO TRANSDIMENSIONAL

do médium Maury Rodrigues da Cruz

27/02/2019 - Auditório SBEE 

Medium Agente Transdimensional

Palestra com o prof. Maury Rodrigues da Cruz

Tema: A Dinâmica e os Desafios do Espiritismo no Século XXI

 

O que devemos responder aos desafios do Espiritismo no século 21?

Essa é uma das perguntas respondidas na palestra proferida pelo presidente da Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas (SBEE), Maury Rodrigues da Cruz, no núcleo do Rio de Janeiro no início deste ano.

Primeiro, ele esclarece que o grande desafio é deixar de lado o pensamento reducionista, disjuntivo e linear. E o enfrentamento deve ser feito com uma reforma do pensamento, tomando como ponto de partida a visão do pensamento complexo, fazendo interpretação eslética, conjuntiva e dialógica dos fatos, buscando o padrão em torno das atividades desenvolvidas nos centros espíritas (e não normas e protocolos), contextualizando a obra de Allan Kardec, praticando a meditação e dando uma maior atenção aos atos de filosofar e poetar. Assim, os espiritistas do século 21 conseguirão concretizar efetivamente a transformação do pensamento pelo enfrentamento dos desafios atuais.

Veja a palestra completa!

Realizada no Centro Espírita Leocádio José Correia, Rio de Janeiro

em 08 de janeiro de 2019.

A Dinâmica e os Desafios do Espiritismo no Século XXI

Quando o Homem ama a sua família, alcança o amor pleno a Deus e à humanidade. É feliz na felicidade do outro.

Para cada Homem, cada família, o envelhecimento é força de consciência, é processo crítico e compreensão da vida. Ao homem espiritualizado, a velhice representa maturidade, portanto, compreensão, alegria, aceitação, paz e evolução.

Para o materialista é sempre limitação, tristeza, impedimento, portanto, um pesadelo.

É difícil compreender que a velhice para os doentes crônicos, os mental e fisicamente incapacitados e os pobres economicamente dependentes, seja um fator de isolamento, aniquilação e tristeza, particularmente para aqueles que vivem desprovidos do processo da fé no Creador.

Cada Homem pode fazer com que a vida no encaminhamento para a velhice seja menos triste, traumática e muito mais gratificante pela força crítica do autoconhecimento.

O adulto que vai envelhecendo apega-se com muita razão à sua autonomia enquanto pode.

É sempre bom afirmar que nem mesmo os filhos, por mais afetuosos que sejam, exceto em momentos, situações, acontecimentos extremos, têm o direito de impor soluções que os seus pais não se disponham a aceitar.

O jovem deve elevar o moral do velho, não esquecendo que as maiores causas de abatimento moral estão situadas, advêm da dependência material, doenças, diminuição dos sentidos, solidão, sensação de inutilidade, ausência de respeito, medo da morte, abandono, falta de diálogo, incapacidade física, recordações tristes, isolamento.

É preciso reconhecer que chega um momento em que as limitações, a ausência de meios diversos, portanto, a independência completa se torna impossível. A decisão deve ser tomada através do exame das opiniões de especialistas com imparcialidade, tais como médico, assistente social, amigos, religiosos e filhos.

Os jovens devem contribuir sempre demonstrando que eles, os idosos, são importantes, necessários e capazes de ajudar pela sua experiência vivida. Não se deve esquecer de valorizar a memória do idoso, ouvindo respeitosamente suas histórias, suas opiniões.

Sempre que visitar o idoso leve até ele o mundo, uma vez que ele está incapacitado de ir até o mundo.

Seja otimista, alegre, demonstre sempre para o idoso a sua confiança no Creador, na melhoria do mundo. Diga que é feliz, que ama a todos. Sempre agradeça a oportunidade de estar naquele momento na sua frente, compartilhando com a sua vida.

Muita paz, reflexão, meditação.

O abraço afetuoso de Leocádio José Correia
08/12/2018

Documentos SBEE nº 33

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Revista Ser Espírita nº 30

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