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Felicidade


Felicidade é consciência crítica,
é expressão interior.
-Espírito Leocádio José Correia

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Antônio Grimm

Antônio Grimm

Numa de suas encarnações, Antonio Grimm foi Jakob Grimm (1785-1863), filólogo, jurista e folclorista alemão. Ele e seu irmão Wilhem ganharam notoriedade mundial através de seus Contos de fadas para crianças; os famosos Contos dos Irmãos Grimm.

Todavia Jakob sobresaiu-se por seus estudos de filologia, sendo considerado o fundador da moderna gramática alemã, na qual introduziu o método histórico. Além disso, tendo sido discípulo de Savigny, deixou importantes trabalhos jurídicos ligados ao direito alemão antigo.

Manifestando-se espiritualmente no Brasil, Antonio Grimm, através do médium Maury Rodrigues da Cruz, é o orientador espiritual e mentor intelectual da Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas (SBEE), sediada em Curitiba, Capital do Estado do Paraná. Um de seus objetivos e reconceituar o Espiritismo em nosso País.

Desde 1953, Grimm vem produzindo suas inflexões doutrinárias e filosóficas aos espíritas e coordenadores de exercício mediúnico.No desempenho dessa sua tarefa missionária, tem-se apresentado como Antonio grimm, reunindo o nome que usou numa encarnação na Itália, quando aprendeu o significado da bondade, e o nome usado em sua encarnação na Alemanha, quando foi, por excelência o conhecimento.

DOUTRINA SOCIAL ESPÍRITA

Pelo espírito ANTONIO GRIMM – Psicofonia de Maury Rodrigues da Cruz A Doutrina Espírita procura responder à força do existente revelado, fazendo conceituações; sensibilizando o homem a alcançar plenamente a sua consciência possível; a criar prontidão para ser. A mensagem doutrinária espírita educa através de uma visão curricular construtivista intimista, que permite ver o ser numa visão interna e externa, pluralista, cosmo-pensante, universal, intuitiva. Assim sendo, o produto mediúnico faz ampla antropogenia.

O Espiritismo discursa tentando alcançar o interesse de cada um, suprindo, portanto, as necessidades individuais e sociais.

Quando falamos no corpus espiritista, devemos tentar compreender o processo mediúnico com significação instrumental e instrucional de fazer, produzir, compor, existir. Assim sendo, o processo mediúnico integra, cria, fortalece o sentido do diverso, do plural, uma vez que fundamenta as suas funções no existente revelado, em repouso e em trânsito, demonstrando que no encontro dos dois polissistemas a superação revela a unilateralidade, mesmo quando faz designações radiais.

A Doutrina dos Espíritos, trabalhando os fundamentos da vida, trabalha a força do biológico, do psicológico, do ecológico, do espiritual, reconhecendo o processo evolutivo.
Não admite a neutralidade em ninguém, uma vez que, quando se apreende uma conceituação nova, de um segmento do existente, isso é feito num processamento interno que é resultante da história de vida evolutiva. Logo, não é possível dizer que quando se faz o diálogo no trabalho, na escola, com os amigos, vive-se a força da neutralidade.
Devemos salientar que saber tolerar o próximo não significa ser neutro, mas significa assumir a responsabilidade de procurar permanentemente compreender a força do diferente da comunidade emergente em que se vive.
O centro espírita, como universidade do povo, existe e subsiste no diálogo cosmo-pensante. O processo mediúnico, quando alcança a superação, alcança conseqüentemente horizontes mais amplos do Cosmos.

A Doutrina dos Espíritos não tem intenções de produzir modelos de comportamentos sociais, uma vez que toda a sua estrutura e objetivos estão voltados para fortalecer o homem nos seus diversos estágios evolutivos. Em face desse conceito é que procuramos alcançar e convalidar o chamado conceito de consciência possível, de prontidão de consciência, de relação consciente entre sentir, querer, fazer ou deixar de fazer.
O Espiritismo, quando se refere à igualdade, imediatamente procura alcançar o conceito de justiça moral. No que se refere aos comportamentos, a Doutrina educa para a liberdade visando a assunção da plena responsabilidade.
O centro espírita, como universidade do povo, tem que ser absolutamente dinâmico na conceituação curricular, na visão e no planejamento programáticos, sem nunca de descurar da pessoa. A pessoa é maior do que o currículo e o programa. Porque o centro espírita vive espaço e tempo numa relação processual crítica de existente, os seus líderes, orientadores, têm o dever de alcançar e produzir instrumentos e instruções que permitam aos buscadores, freqüentadores e aprendizes do exercício mediúnico, o autoconhecimento. Devemos salientar que ninguém chega ao autoconhecimento sem muitas indagações ao seu próprio interior, sendo que a primeira indagação a ser recomendada deverá ser sempre esta: “— O que posso fazer para mim neste momento?”.
O autoconhecimento cresce, expande-se, à medida que a pessoa alcança a consciência sobre seu próprio ser, sendo ela mesma, o seu eu, o outro, o nós todos.

O autoconhecimento, na Doutrina dos Espíritos, não representa credenciamento individualista, mas certeza de que quando a pessoa está de bem consigo mesma, quando se aceita, está de bem com o próximo, aceitando-o com dignidade.

A cultura do autoconhecimento está em todas as línguas, uma vez que está com todos os homens. O importante é cada homem aprender a falar consigo mesmo, dizendo e afirmando constantemente aquilo que é para si mesmo, pois só assim consegue ser autêntico para com o próximo.
Quando o homem indaga à sua consciência, o que está fazendo para sua própria pessoa, procura alcançar o seu ser no exercício de também ser o Cosmos, a unidade — conseqüentemente, está no exercício de produzir sempre mais conhecimento sobre seu próprio ser, para poder conhecer melhor os outros seres, particularmente o seu semelhante.

A auto-indagação consciente, forte e peremptória do que se está fazendo para si próprio, não só lhe permite viver a sua identidade, como alcançar harmonia com seu semelhante, uma vez que o amor se sobreporá ao ódio. E que nesta seqüência, ela será feliz sendo ela própria, sendo eu, você, nós.

A Doutrina dos Espíritos, através de mensagens mediúnicas processadas pela mentalidade dos dois polissistemas, fala em esperança, afirmando criticamente que é mais importante para o homem ter esperança do que alcançar o esperado, ter imaginação do que produzir no existente o pensamento.

A esperança na casa espírita é luz, é orientação, é caminho, é estudo, é visão interior, é análise crítica. Quanto mais o homem fizer domínio da sua consciência possível, maior será sua esperança.
Portanto, não há esperança sem existente, uma vez que só se espera o que se pode imaginar, e só se imagina o que existe.
O processo mediúnico é sui generis, uma vez que a superação produz conhecimento para os dois polissistemas. Não há favores, há trabalho integrado. Desta feita, os espíritos e os médiuns são parceiros de um grande propósito, ou seja, produzir instrumentos e instruções adequadas para atingir o público, para atingir a humanidade. Daí a responsabilidade da promoção de uma linguagem articulada, de um discurso articulado. Não é possível viver o flatus vocis, nem tampouco a catedral da palavra — mas é necessário articular a linguagem.

Mensagem extraída do livro “Cadernos de Psicofonias de 1994”
psicofonado através do médium Maury Rodrigues da Cruz

Poema

A PERMANÊNCIA NA MUDANÇA

No tempo eu sou tudo.
Sendo tudo, sou a parte.
E sendo a parte, sou a totalidade.
Portanto, eu sou o tempo.
Mesmo ele fazendo passagem, eu sou.
E sendo, eu não o alcanço, mas o sinto.
E sentindo, eu percebo a força do “em si”.
E quando eu percebo em mim “o em si”,
eu alongo o olhar para a estrutura do meu próprio ser.
E sinto que, na passagem do tempo,
a mudança e a permanência me trazem a constante
mensagem viva, qualificada e exponencial da eternidade.

Poema do espírito Antonio Grimm, psicofonado através do médium Maury Rodrigues da Cruz, na Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas – SBEE, no dia 02.09.2005, em Curitiba, PR. BR.

 

Calendário 2017

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Revista Ser Espírita nº 30

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Novas Metáforas do Pensamento Espírita

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Antropologia Espírita

 

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